Vivendocidade


A busca incessante por aceitação
Quarta-feira, 30 Setembro 2009, 10:24 am
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Vivencidadear, ou seja, fazer parte, somar e deixar sua marca em uma cidade, seja ela qual for, mas em especial as metrópoles é antes de tudo um exercício de paciência. Somos cobrados todo o tempo por coisas que desejamos, por coisas que não desejamos, pelas que fazemos e pelas que não temos nem ideia de que existam.

A quantos de nós nunca foi oferecido para experimentar aquele cigarro, um copo de qualquer coisa, só para “estar na moda”, ou “fazer parte da turma”? Acho que todos, não?

Mas aí é que se separam os homens (e mulheres) das crianças.

Pois ao mesmo tempo em que as ofertas são muitas, é princípio básico da pessoa comparar se este objeto está de acordo com o que acredita, deseja e sobretudo, gosta.

(mas digo logo: tome uma decisão, seja qual for, e defenda-a como se sua vida dependesse disso)

O exemplo clássico que posso citar aqui é o da turma que sai para uma balada e leva consigo aquele amigo (ou amiga) introvertido (recém solteiros também) e por que não? Nerd.

the_40_year_old_virgin

(a partir deste ponto, os fatos não se baseiam na realidade deste que escreve; ou não)

Mas é quase sempre assim, levam alguém que não quer ir para um lugar que não é seu habitat natural, e lá pelas tantas, enchem seu estômago de qualquer coisa de combustão espontânea e o empurram para alguém que talvez lhe deu bola.

Já sabemos no que vai dar, certo?

Por outro lado, não é o objetivo criticar amigos e intenções verdadeiras, mas a cada qual seu tempo e sua vontade, não?

No final das contas, tudo não tem que passar de uma grande diversão.



CORAÇÃO DE MÃE – Daniel e Samuel
Sexta-Feira, 8 Maio 2009, 11:32 pm
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Conforme prometido no twitter (@gaho), aqui está o que mu irmão (@maosc) e eu conseguimos pegar de ouvido. Esperamos que seja útil à mais pessos:

Coração De Mãe

(Daniel E Samuel)

A

mesmo um coração igual ao seu, mamãe

A7                   D

Pra amar alguém bem antes de nascer

Bm

Só mesmo um olhar igual ao seu, mamãe

Bm/A                   E/G#     E

Pra enxergar o que ninguém consegue ver

A

Mamãe você falou comigo

F#m                 Bm

Quando eu ainda estava no ventre seu

Bm/A                      E/G#

Ali foi meu melhor abrigo

Bm                    E     A

A minha vida em sua vida, anjo meu

D

Quando eu nasci

O seu rosto encostou no meu

A

Senti o seu calor

F#m

No carinho do abraço seu

Bm

Sentir o seu amor

D                                                                    E

Eu chorei, quando eu vim ao mundo eu chorei

A             E

Você me consolou

A                                     C#m

E quantas vezes o seu colo foi a cama que eu dormi

A7                                         D

E o seu beijo foi remédio para as dores que eu senti

Dm

Ficar deitado em seus braços

A                                  F#m

Foi sempre meu melhor lugar

B7

E dando os meus primeiros passos

E

Era tão bom te encontrar

A                                          C#m

Você saía pro trabalho o desespero era maior

A7                                         D

E nada mais me consolava sem vo ao meu redor

Dm               Bm

Hoje eu entendo seu luta

A              F#m

Foi tão dicil me criar

Bm                                E                     A           E

Mamãe o meu maior presente é te amar

A

Minha mãe

E

Do teu colo eu não esqueço

Bm

Minha mãe

E                             A

Tanto amor eu não mereço

A

Minha mãe

A7                      D

Te amar é meu dever

A

Deus te guarde

E                          A            (E)

Oro sempre por você



Seja Feliz
Quarta-feira, 17 Setembro 2008, 11:22 am
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Se antes eu te pedi para que não me analisasse, te peço agora que simplesmente me escute…

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer “me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que…
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
JAMAIS DESISTA DE SER FELIZ,
POIS A VIDA É UM ESPETÁCULO IMPERDÍVEL.
E você é um ser humano especial!



TURMA DA MÔNICA JOVEM: Correr riscos é só o começo
Quinta-feira, 14 Agosto 2008, 3:05 pm
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Turma da Mônica Jovem

Capa da edição 1

Hoje dei minha passada mensal lá na banquinha para ver as novidades da nona arte, quando vi pela primeira vez a nova publicação dos Estúdios Maurício de Souza (pela Planet Mangá/Panini Comics), o mangá (por que não?) Turma da Mônica Jovem. 120 páginas por módicos R$ 6,40 5,90.
Não que eu seja moralista demais, ou tradicionalista demais, mas eu não gostei do resultado final.
A proposta foi inicialmente, boa. Ora, buscar novos leitores do século XXI é ótimo. Ainda mais se levando em conta que a turma esteve em estado criogênico nos últimos 40 anos, e seus leitores, a maior parte deles, ao mesmo tempo em que cresceram lendo essas estórias, muitas vezes se viam (e veem) nelas.
Eu já sabia que 120% do universo iria mudar, até me preparei para isso. Só que o resultado foi exatamente: mudaram as personagens, que agora possuem temática mais adulta, mas os roteiros são os mesmos infantis de sempre. Tudo isso misturado à tentativa de repetir o estilo e a métrica narrativa oriental.
Levantei alguns pontos para tentar subsidiar meu ponto de vista:

Formato
Capa em papel cartão, lombada quadrada e recheio em papel jornal. Tudo tranquilo neste ponto, exceto que o gibi/mangá NÃO é lido da direita para a esquerda, no estilo oriental. Pra mim, este é o primeiro ponto que o leitor é subestimado.
Eles até colocaram um texto, bonitinho, curtinho, para deixar explicadinho para o leitorzinho burrinho:

“QUÊ?!!
Calma, Mônica!!!

Ninguém vai ler do lado errado!
Embora o mangá japonês seja lido no estilo oriental, resolvemos deixar a história com o sentido de leitura ocidental… Afinal, apesar do estilo mangá, ainda é estilo Turma da Mônica e ninguém quer ver a baixinha nervosa, não é? Ou melhor… a Mônica nervosa…”

Personagens
Apesar de aparentarem seus ‘quase-20′, na essência, continuam os mesmos, e neste caso, é o que sustentam a razão da mudança. Como comparação, imaginem a turma do Rolo, Tina, Pipa, Zecão, etc. Aqueles que já foram hippies? Então, é isso.
É chato todo aquele discurso politicamente correto, de não falar errado (Cebolinha o faz poucas vezes), de tomar banho (não é Cascão?), da alimentação balanceada e saudável (essa eu deixo para advinharem).

Arte
Como eu disse antes, não sou moralista. Acho que ‘tudo o que se concorda errado não está’. Entretanto, precisava desenhar as personagens tão cheia de curvas? Logo no início, cheguei até me assustar na cena quando o Sr. Souza, pai da Mônica, entra de uma vez no quarto dela, ela que tinha acabado de acordar, está de babydoll, se assusta e joga o coitado do Sansão nele (é a única vez que o coelho aparece). Noutra cena, aparece enrolada na toalha…

Roteiros
Aqui é onde, a meu ver, ficaram as maiores falhas. Estória simples de pouca profundidade e andamento previsível. A todo o momento as personagens literalmente ‘falam’ os objetivos dos editores com a mudança, o que foi mudado e o porquê.
Imagino que o jovem de hoje (a criança também), veja o mundo muito mais amarrado do que nós víamos há 20 ou 30 anos. Isso é fato e não temos como mudar isso. Faltou desenvolver o urbano, a cibercultura, a teia de relações e muito mais pontos fundamentais.
E para não dizer que não falei de flores, o que mais gostei na publicação foi a personagem Maria, a irmã do Cebolinha, antes um bebê, agora tem seus 6 ou 7 anos. Engraçado, porque até ontem, a turma toda tinha essa idade…

Mesmo assim, recomendo acompanharem essa nova empreitada do Maurício de Souza. Tem muita coisa que pode ser melhorada, verdade. Como edição inicial é natural que as coisas levem um tempo, e a audiência comece a ditar os padrões de como tudo deve acontecer.
Por isso, que está fazendo aí? Reserve a sua com seu jornaleiro antes que acabe!



Dia mundial do orgasmo
Quinta-feira, 31 Julho 2008, 9:39 am
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Desejo que todos vocês tenham momentos sórdidos, recheados de palavras sussurradas e repetidas no pé do ouvido.

E para comemorar esse dia, algumas palavras e frases soltas…


Uma pegada de jeito pelos braços,
mostrando quem tem o controle.
A capacidade de poder provocar as maiores sensações
simplesmente pela forma de olhar.

Quando passar ao seu lado acabarei encostando em ti.
E vai saber que não foi ao acaso
Vai querer fazer o mesmo.
Não vou deixar de propósito.

Proporei um jogo novo
Onde será privada de todo o prazer
Ao mesmo tempo em que vou te instigar
Ah se vou!

Mesmo que me implore,
Mesmo que me bata (de leve),
Esconderei seus brinquedos e mostrarei minhas armas.
E a maior delas será a palavra.

Pois “a partir de hoje,
toda vez que for para a casa,
quero te encontrar vestida de empregadinha,

de quatro,

esfregando

o

chão…”

Dedicado à nossa história de amor.

Já cometeu seu Pequeno Delito de hoje? (NSFW)



Quer um amigo? Encontre-o aqui!
Terça-feira, 29 Julho 2008, 4:45 pm
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Olhe que fofo…

Você seria capaz de maltratá-lo até que ele fique assim? (não clique aqui)

Pois é, alguns semoventes têm essa coragem e fazem isso todos os dias, até mesmo nesta hora que lê este artigo, em algum lugar algum animal está sendo maltratado, entenda maltratado como sendo da pior forma possível.

Por isso, apoiando a iniciativa da Alê, do Minha Caixinha de Pandora, e seu maridão, estou a divulgar a doação de 2 cães encontrados por eles.

Você quer um amigo? Encontre-aqui! Prometo que vai se surpreender…

As fotos eu achei na net, aqui e aqui.



Inciante na cozinha: Empadão de Frango
Terça-feira, 8 Julho 2008, 7:36 pm
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Empadão

Empadão

Como estou de férias do trabalho, acabo procurando coisas para fazer em casa para passar o tempo. Hoje por exemplo sugeri para minha mãe que fizéssemos um empadão de frango.

Depois de uma busca básica pela internet, conseguimos uma receita simples, a qual fomos adaptando à medida do andamento do trabalho.

Recheio

A gosto, na experiência que fizemos, usamos frango desfiado com alguns tomates e ervilhas, azeitonas, cebola e tempero refogado a critério do cliente (sic).

Massa

Ingredientes:

3 gemas
1 pitada de sal
3 colheres de sopa de azeite
3 xícaras de farinha de trigo
3 colheres de margarina

Modo de preparo

Misturar todos os ingredientes até soltar das mãos;
Colocar a massa na fôrma e ir espalhando até obter uma distribuição uniforme;
Após esfriar o recheio, coloque na massa e distribua bem;

Lembrete: para a “tampa”, sugeri os mesmos ingredientes e quantidades acima. E ficou ótimo!

Abrimos a massa em um plástico e depois cobrimos toda a composição anterior.

Você também pode untar com um pincel e gema por cima da massa fechada, para que fique dourado, parecido com as empadas de padaria.

Minha mãe também sugeriu a adição de cheiro verde, tanto no recheio, como na fôrma, no abrir da massa.

Assar tudo em forno por aproximadamente 30 a 40 minutos, dependendo do calor que tiver aí.

O rendimento aproximado foi de 10 porções.



George Orwell: 105 anos
Quarta-feira, 25 Junho 2008, 3:35 pm
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Nascido: Eric Arthur Blair
Nascimento: 25.06.1903 – Motihari – Índia
Morte: 21.01.1950 – Londres – Inglaterra

George Orwell foi um dos escritores mais influentes do século XX.

Autor de 1984, A Revolução dos Bichos (O Triunfo dos Porcos), Lutando na Espanha e outros importantes livros do século passado, Eric Arthur Blair (seu nome verdadeiro) descreveu em livro todas as suas vivências como guarda na Birmânia ou como professor (A Filha do Reverendo).

Sua obra-prima é a distopia (utopia negativa) de 1984, onde Orwell previu um mundo controlado através da tecnologia, onde a novilíngua e o duplipensar estariam presentes.

Obras

Romances:
• Dias na Birmânia – Burmese Days (1934)
• A Filha do Reverendo – A Clergyman’s Daughter (1935)
• Mantenha o Sistema (O Vil Metal) – Keep the Aspidistra Flying (1936)
• Um Pouco de Ar, Por Favor! (Na sombra de 1984) – Coming up for Air (1939)
• A Revolução dos Bichos (O Triunfo dos Porcos) – Animal Farm (1945)
• 1984 (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro) – Nineteen Eighty-Four (1949)

Não-Ficção:
• Na Pior em Paris e Londres (Na Penúria em Paris e Londres) – Down and Out in Paris and London (1933)
• A caminho de Wigan – The Road to Wigan Pier (1937)
• Lutando na Espanha (Homenagem à Catalunha) – Homage to Catalonia (1938)

Além de inúmeros ensaios e artigos.

Mais informações aqui e aqui, aproveite também, e compre sua obra mais famosa, 1984.



Criatividade é tudo
Terça-feira, 13 Maio 2008, 12:51 pm
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ou “O teclado do seu Lunga…”

“Estou sem o . Você pode n~o creditr, eu tmbém n~o creditv. Ele pifou, sem mis nem menos. Levei no conserto, flrm que tem que trocr tudo, n~o só o . Que n~o é vírus, é um problem técnico mesmo. chei que ssim n~o poderi escrever, ms resolvi espor o problem. Ser´ que seri ceito qui sem o ? Posso tentr escrever plvrs sem o , ms cho que n~o consigo. Vocês est~o me entendendo ssim mesmo? Se fosse o e, ou o i, ou té mesmo o o, ms sem o  n~o d´. Em todo cso, vou procurr um  e logo volto.”

Já conhecem o Fim de Expediente? A APCA já…



Calvinbol!
Terça-feira, 22 Abril 2008, 9:53 am
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“Aqui está uma compilação das “regras” do Calvinbol através dos anos. É claro que todas elas estão abertas para interpretação e contradição…

As Regras Oficiais do Calvinbol

1.1 – Todos os jogadores devem usar uma máscara de Calvinbol (Veja Equipamentos de Calvinbol – 2.1). Ninguém questiona as máscaras.

*IMPORTANTE — As regras a seguir estão sujeitas a serem mudadas, trocadas ou descartadas de acordo com o(s) jogador(es) envolvidos.

1.2 – Qualquer jogador pode criar uma nova regra a qualquer hora do jogo. O jogador deverá dizer em tom audível ou silenciosamente dependendo em que zona o jogador esteja.

1.3 – O jogador deve usar Calvinbola (Ver equipamento de Calvinbol 2.2) e de qualquer maneira o jogador deverá ver qualquer machucado ocasional como auto recompensa.

1.4 – Qualquer punição pode ser feita na forma de dor, constrangimento ou qualquer outra coisa ficando o criador da regra apto a impor a pena ao seu adversário.

1.5 – O Campo de Calvinbol (Veja Equipamentos de Calvinbol – 2.3) deve consistir de áreas ou zonas governadas por um conjunto de regras declaradas espontaneamente e inconsistentemente pelos jogadores. Zonas podem aparecer ou desaparecer quando e onde o jogador quiser. Zonas devem ser nomeadas por causa disso. Por exemplo, um zona corolária obriga um jogador a fazer um corolário (sub-regra) para qualquer regra que tenha sido declarada, será declarada ou poderá ser declarada. Uma região de poema pernicioso requer que o intruso faça o que o seu nome implica. Ou uma zona de oposição permite ao jogador declarar contrária a jogablidade dos outros. (Lembre-se, o jogador deverá declarar a zona de oposição por não declará-la.)

1.6 – Bandeiras (Equipamento de Calvinbol 2.3) devem ser nomeadas pelos jogadores os quais dizem os poderes e as regras as quais imperam naquela bandeira num particular momento naquele jogo em particular.

1.7 – Músicas são partes integrais do Calvinbol e versos deverão ser declarados espontaneamente durante o jogo quando eventos aleatórios acontecerem. Estes eventos aleatórios serão nomeados e apontados depois que o jogador provocar o evento.

1.8 – O placar deverá ser guardado ou desguardado. No evento em que o placar é guardado ele não deverá ter interferência no jogo nem ter consistência lógica para ele. (Placares legais incluem “Q a 12″, “BW-109 a YU-34″, e “Sangramento Nasal a Tesoureiros”.)

1.9 – Qualque regra acima que é usada durante o curso do jogo não deverá ser mais usada causando o mesmo resultado. Jogos de Calvinbol nunca deverão ser jogados do mesmo jeito duas vezes.

Equipamento de Calvinbol

2.1 Máscara – Todos os participantes deverão usar a máscara.

2.2 Calvinbola – A bola de Calvinbol pode ser uma bola de futebol, vôlei, ou qualquer outro objeto razoável, ou não razoável, esférico ou não esférico.

2.3 Campo de Calvinbol – O campo de Calvinbol deverá ser qualquer campo com tamanho razoável, preferencialmente com árvores, pedras, grama, galhos, e outros obstáculos naturais
a saúde.

2.4 Miscelânia – Outros equipamentos opcionais incluem bandeiras, arcos (especialmente os de espaço-tempo), e qualquer coisa que os jogadores queiram incluir.

** Estam regras não são pedidas, nem necessárias para se jogar Calvinbol.
Agradecimento especiais ao criadores do Calvinbol, Bill Watterson, Calvin e Haroldo.”

Fonte das regras: Simply Calvin and Hobbes
Tradução: Depósito do Calvin