Arquivado em: Literatura | Tags: beirut, penalty, Zach Condon
Por Zach Condon, numa tradução livre por minha pessoa
Tal como num dia antigo e eu estou em julgamento
Deixe-os aproveitarem o caminho, que antes foi uma ilha
E eu não podia ficar para dar-los confiança
Deixe as luzes permanentes para a estação
Noite intransitável, numa multidão de saudades
Filhos plenamente crescidos, você deixará as luzes
Sua família não pode esperar, Senhor, mantenha a confiança
Nossos pais se envergonharão um dia, pois nos encontram rebaixados
Deixe-os pensar que podem, para terem uma boa razão
Deixe as luzes permanentes para a estação
“Quer ouvir um troço engradado? Durante a vida toda a gente aprende que todo mundo é diferente. Único. Especial. Dizem pra gente que o importante é como vivemos as nossas vidas. Como se fosse importante, mas isso é besteira. Tudo besteira. Sabe, todo mundo leva a mesma vidinha que o resto do povo. Seja nos Estados Unidos, seja aqui neste mictório que vocês chamam de lar… É tudo as mesma coisa: você se levanta. Vai trabalhar. Volta pra casa. Começa tudo de novo. Toda vida é igual… Toda vida é patética. Mas e a morte, cara? Ahh… Morrer, sim… É aí que a pessoa tem chance de brilhar.”
Arquivado em: Blog | Tags: amizade, idéia, Kerouak, mundo, Saramago
Existem coisas que precisam ser ditas, mesmo que ninguém as leia. Seja pelo simples fato de que ao lermos, tenhamos a impressão de que seja de outras pessoas, nunca nós mesmos.
Onde está a motivação? E aquele gosto todo pelo desafio proposto por Kerouak? Sair da rotina, mesmo que seja necessário, muitas vezes é quase impossível, Saramago que diga! Mesmo assim, não sei se ainda é importante, ou mesmo necessário, que continue com minha paciência sem limites, mesmo que para alguns, se ao mesmo tempo, não existe contrapartida.
Aliás, quase nunca existe…
Em tempo: é preciso sair do mundo das idéias, vi escrito nalgum muro por aí…

