Arquivado em: Artigo | Tags: comédia, drama, edward burns, filme, itunes, purple violets
Purple Violets, de Edward Burns é um drama/comédia que você verá primeiro no seu computador, depois em qualquer outro lugar.
Isso porque seu lançamento mundial (que aconteceu do último dia 20) foi na iTunes Store. Na verdade é a primeira vez que isso acontece, e só por isso seria digno de nota.
Acontece que pelo trailer, resumos e críticas, o filme é ótimo.
O filme conta a estória de Patti (Selma Blair), uma mulher na casa dos trinta que tem que se contentar em arrumar um emprego de verdade, já que seus livros não fazem nenhum sucesso. Até reencontrar seu antigo amor da faculdade, Brian (Patrick Wilson) anos mais tarde.
Agora, ele pode ajudá-la em seu novo livro policial, enquanto se dedica a um trabalho maior e mais pessoal.
um conto de fadas sobre segundas chances, com várias estórias de amor sobre temas opostos, encontros e desencontros.
Com Selma Blair, Debra Messing, e Patrick Wilson.
Se você tem uma conta na iTS e 1,15GB em algum lugar na sua HD, realmente compensa. Lembrando que terá também que desembolsar a módica quantia de US$ 12.99.
Daqui a 30 dias, o filme seguirá para os cinemas
Eu li a notícia em vários lugares, mas o pessoal do Mac Magazine merece o crédito.
Arquivado em: Opinião | Tags: comentário, indiota, ocasional, odeio
Essas coisas só acontecem quando seu nível normal de sanidade foi despedaçado e espalhado em pelo menos quatro latas de lixo.

Não que eu não me importe com os leitores ocasionais do blog, mas daí a imaginar que eu goste deles? Desculpe-me, mas é exagero até para mim.
Eu escrevo para quem quiser ler, seja fiel ou não, e mais de uma vez deixei bem claro que poste-se o que quiser, comente-se o que quiser, mas seja fundamentado, identificado, com citações.
Não tenha medo de expressar uma opinião e ser metralhado por isso.
Senhor (ou senhora, realmente isso não importa) UIUI, se ao menos soubesse ler e escrever no mesmo idioma que eu, saberia que eu não postei nada relacionado a pássaros. Na verdade eu também os odeio.
Espere um pouco, talvez eu te conheça. Não é você (ou qualquer um da sua gente, salsinhas como bem nomeia o Cardoso) que vive me atormentando quando eu falo mal dos emos? Ah não, acho que foi aquela atormentação de quando eu falei bem… Pode ser…
Pelo que me lembro bem, eu postei um vídeo sobre como fazer um livro (sabe o que é isso?), inclusive identifiquei bem o que se tratava, e ainda coloquei a fonte de onde eu tinha tirado o mesmo, como bem me ensinou o Neuman.
Depois disso tudo, o ‘indiota’ ainda sou eu…
Obs.: Como de costume, o comentário foi devidamente apagado.
Arquivado em: Artigo | Tags: cidade, público, privado, walter benjamin
“A verdadeira imagem do passado perpassa, veloz.
O passado só se deixa fixar como imagem que relampeja irreversivelmente,
no momento em que é reconhecido.”
Em meio aos mais variados assuntos rascunhados que tenho, e que trabalho vez ou outra, os que se relacionam diretamente com a proposta do blog são o que me dedico mais, não só por razões óbvias, mas também porque acredito que possamos abrir nossas mentes para novas idéias e sensações, que infelizmente vejo as pessoas perderem por aí.
E neste sentido, claro, que é incontestável a influência do filósofo alemão Walter Benjamin (1892-1940). É dele a epígrafe que abre essa postagem, a inspiração do título, bem como a imagem aí ao lado.
Nesta madrugada, a título de ilustração, um conhecido (não necessariamente homem ou mulher) me adicionou no comunicador instantâneo (que normalmente quase não uso, também por razões óbvias), e a cada pergunta sua – resposta minha, replicava com chatices, e um sarcasmo muito mal elaborado.
Em dado momento, me escreveu que eu era o culpado por aceitar o contato, tanto no comunicador, como naquele outro site famoso de relacionamentos.
Esse é o primeiro fator, guardem aí em algum canto.
Hoje mais cedo, enquanto ouvia o podcast do Fim de Expediente, que na verdade é um programa da CBN paulistana, os apresentadores comentavam que em todos os jornais, todos os dias por semana, a média é que a cada quatro páginas de notícias, duas outras de lançamentos imobiliários.
A questão desses inúmeros lançamentos pode ser caracterizada por quase todos os empreendimentos conterem um grande espaço/área para lazer, que até então deveria haver no próprio meio em que eles vivem.
É quase como se o morador abrisse mão de sua qualidade de vida para que naquela bolha, tivesse tudo o que precisa para que “não precise” entrar em contato com esse outro mundo a qual se tornou a cidade.
Ainda sobre os novos apartamentos, tentando ilustrar o tamanho da coisa, um deles possui um mini shopping dentro da área do terreno.
Lembram daquele primeiro fator aí em cima? Pois então, o que percebo hoje (e há alguns anos), é a mudança do conceito que temos por público e o que é privado. Pois se eu preciso de um intermediador que me aproxime de outra pessoa para que eu possa bater um papo, conhecer pessoas, estudar, ou sei lá mais o quê, como será daqui pra frente?
No exemplo do Shopping Center, na verdade vamos a um lugar conceitualmente privado, para encontrar coisas conceitualmente públicas, sejam praças, lojas, cinema, restaurantes, etc. Mesmo assim, um lugar aparentemente fora de nossa bolha particular. Agora nem sair de casa precisaremos mais.
No futuro, compartilhando com a opinião de um dos apresentadores, “nós somos de uma geração que praticamente não conhece vaca. Nossos filhos vão crescer sem saber o que é uma pessoa.”
Depois falam que brasileiro bagunça muito com seus patrícios… Juro por tudo quanto é mais sagrado que vi isso em um blog lusitano.

Duvida? Então comprove aqui.
Arquivado em: Fotografia | Tags: beleza, carro, cerveja, fusca, humor, interior, skol
“E não me chame de pudim”

Arquivado em: Fotografia | Tags: escultura, gigante, papa, pizza
Esculturas feitas de pizza, literalmente, feitas por alguém que não tem NADA o que fazer + obesidade mórbida.

Veja mais fotos, e a notícia completa aqui
Arquivado em: Literatura | Tags: Marlowe, sexta feira, soneto, William Shakespeare
SONETO NO. XII
Quando a hora dobra em triste e tardo toque
E em noite horrenda vejo escoar-me o dia,
Quando vejo esvair-se a violeta, ou que
A prata a preta têmpora assedia;
Quando vejo sem folha o tronco antigo
Que ao rebanho estendia sombra franca
E em feixe atado agora o verde trigo
Seguir o carro, a barba hirsuta e branca;
Sobre tua beleza então questiono
Que há de sofrer do Tempo a dura prova,
Pois as graças do mundo em abandono
Morrem ao ver nascendo a graça nova.
Contra a foice do Tempo é vão combate,
Salvo a prole, que o enfrenta se te abate.
William Shakespeare (1564-1616)
in Sonetos, 1609
É possível comentar em poucas palavras a importância do bardo inglês para a literatura mundial?
De qualquer maneira, ele só é o mais famoso dramaturgo e poeta inglês de todos os tempos. Compôs suas peças durante o reinado de Elizabeth I (1558-1603) e de James I, que a sucedeu.
Reza a lenda que na verdade era uma completa fraude, sendo o contemporâneo Christopher Marlowe (1564-1593), o verdadeiro gênio.
Eu lá li muitos textos do primeiro, e apenas um do segundo e de fato, são parecidos em sua essência, mas aí afirmar quem escreveu o quê e de que forma, deixo para vocês.
Aproveite (em inglês):
- The Complete Works of William Shakespeare
- The Complete Works of Christopher Marlowe

Em meio à uma semana atípica, onde para a boiolagem blogosfera brasileira o fato mais marcante foi o suicídio virtual do Ivo Neuman, do Treta, eis que daquela cambada turma de malas nobres senhores, surge talvez o melhor post dos últimos meses.
A digna Nospheratt, que também escreve no Blogando por Dinheiro e no Deusario, comentou sobre as “perguntas que nenhuma mulher deveria fazer ao seu parceiro”.
Obs: Sem nenhum tipo de sacanagem, este post é perfeito para alguns dias de TPM de algumas amigas minhas, principalmente as mais antigas.
Arquivado em: Artigo | Tags: debate, desafio, desejos, dica, dinheiro, discussão, divagações, finanças, futuro, independência, liberdade, manual, momento, pensamento, princípios, reflita, regras, sabedoria
É isso, simples assim.
Mas por que eu afirmo isso?
Pela simples tese de que:
Quanto mais se trabalha, mais se recebe (o prêmio pelo seu trabalho);
Quanto mais se recebe, mais se gasta;
Quanto mais se gasta, menos se tem, logo:
Quanto mais se trabalha menos se tem.
Na verdade, não são apenas essa brincadeira linguística que me faz pensar no que pretendo para o meu futuro. Mas sim, o fato de que é importante ter em mente o que é capaz de me dar uma plena satisfação ao mesmo tempo em que supre as minhas necessidades.
Parece complicado, mas de fato não é.
Basta(-ria) ao invés de eu (ou nós, coloque seu nome aqui) deixar de trabalhar tanto, colocando no lugar o dinheiro. Isso mesmo, deixar ele trabalhar por mim.
A única maneira de fazer isso é criando situações para tal, e muitas vezes, a necessidade é a melhor amiga para criar essas situações.
Tenho certeza que é benéfico para todas as pessoas, a concorrência, a diversificação, o incentivo às novas idéias, mesmo que sejam totalmente malucas.
Para ouvir:
- Nerdcast – 82 – Nerd Rico, Nerd Pobre
Para ler:
- Pai Rico, Pai Pobre
- Independência Financeira: o Guia do Pai Rico
- Os Axiomas de Zurique

