Arquivado em: Literatura | Tags: escrever, metrô, moleskine
Depois que eu comecei a organizar meus textos e escrever muito mais coisas novas, e devido ao meu Moleskine, vi o quanto é interessante escrever em locais públicos.
As pessoas olham curiosas, como se fosse extremamente impossível alguém ainda usar papel e caneta em pleno séc. XXI.
Um dos lugares públicos que mais escrevo ultimamente é dentro dos vagões do Metrô. É só me sentar, colocar a caneta no papel e ver onde vai chegar.
O que escrevi hoje, sem nem pensar no que, ou como (talvez porque consigo escrever sem olhar para o papel). Sempre apenas a seguir a única regra, de não haver regra nenhuma…
I
Rios e mares já não podem me levar
Eu, que já estive no mais alto véu
Te chamo agora, criatura servil
Nascida do fogo que cura,
Que come dos mortos, e também dos vivos
Venha ao meu chamado neste momento
Cumpra o que te mando com intento.
II
Neste lamento vou contar
Quantas estrelas existem no céu
E você que aqui está
Por favor não fuja, nem caia
Minhas histórias são longas, tenho certeza
Contam de vitórias, e também derrotas
Pois o que sai de mim, a justiça saberá…
(continua…)
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