Vivendocidade


Sobra Tanta Falta – O Teatro Mágico
Segunda-feira, 30 Julho 2007, 11:34 am
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Or Barlade i Vuane Ek
Sexta-Feira, 27 Julho 2007, 9:56 am
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Escrevi este texto em Agosto de 2002, para um projeto de mitologia própria. Na época, eu tinha acabado de ler todos os livros de Tolkien, e estava fortemente influenciado por tudo aquilo. Lembro também que a idéia consistia basicamente em uma sequência de contos e crônicas diferentes entre si, mas que de alguma forma falassem sobre a mesma coisa. Nesse dia, esse texto saiu em praticamente 5 minutos, estava no trabalho e as idéias foram surgindo (naquela época esses momentos eram constantes). Em casa, acho que ainda tenho um dos vários cadernos de rascunhos com um outro conto desta mitologia, que fala sobre um alguém (que não lembro mais) e sua viagem de motocicleta pelas regiões desertas deste planeta, e como conseguia entrar e sair de encrencas com a mesma facilidade com que mostrava o dedo médio.

Or Barlade i Vuane Ek

Sirius

(tradução literal aproximada: Em Barlad a História é)

Antes de tudo, era o nada e do nada surgiu o criador, o Único, que existe desde o princípio, e Ele se chama Látobus e era a maior fonte de energia existente. Tudo estava ligado a Ele e sabia de tudo. De seu trono, percebeu que poderia dar uma parte de sua energia para trabalhos e ações e daí surgiram os planetas, estrelas e todo o universo, e criou também seus guardiães, e os tinha como filhos.

Eram em número de seis e não possuíam forma alguma e o poder de Látobus estava neles e assumiram as virtudes do Pai, e as tudo o mais que suas consciências determinavam. Seus nomes são: Barladan, o guardião mais poderoso que possui a Energia Balanceadora, e cuida dos estouros de energia em Lai, ou o universo criado pelo Um; Pálate, a guardiã responsável pela Energia Ceifadora, eliminando então os excessos no uso e transformação da energia; Kierd, o guardião da Energia de Elevação, e cuida do bom ou mal uso que a energia pode fornecer às coisas; Ot, a guardiã responsável pela Anti-energia, que localiza e destrói e energia que pode ser ameaçadora para o equilíbrio; Kérak, o guardião responsável pele Energia de Transmutação, e cuida do destino da energia contida em todas as coisas; e a última, Ecko, e é a Artífice, cuidando da manutenção da energia.

Apesar de toda grandiosidade de Lai, e do Reino, o Pai não permitiu a seus guardiães o conhecimento do externo e de seus propósitos, e ainda sim havia equilíbrio e harmonia, pois os filhos trabalhavam arduamente em suas funções sem a plena consciência disso, servindo os desejos de Látobus. Durante longas gerações houve prosperidade e o poder contido em cada guardião crescia, e o mais poderoso entre eles desejava os conselhos do Um.

Ele desejava ser como Ele e já tinha visto em sonhos toda a beleza do mundo exterior, e aos pés do trono disse:

_ Pai, por que escondes tudo o que vi? Sabes bem que o poder que nos dá não será capaz de nos manter presos aqui…

_ Cala-te! Será que não consegues compreender meus designos? Com qual autoridade chegas a mim e me desafia?

_ Não te desafio, mas secretamente tenho mantido o desejo de sair e poder controlar as coisas como tu fazes…

_ Já chega! Por sua falta de nobreza, deves partir agora! E que nunca em sua eternidade possas ter êxito em seus designos!

Nisso, o poderoso Látobus se fechou em seus pensamentos e sabia que seu guardião mais poderoso teria grandes êxitos, se assim o quisesse.

Todo o equilíbrio foi então quebrado, e houve terror entre os filhos, e Barladan rumou errante por todo o exterior. Vagou por lugares nunca antes vistos, estrelas de todas as magnitudes, e conheceu muitos povos. Procurou ter guardadas em sua memória tudo o que conseguisse adquirir, e os povos que visitou o serviu nos seus desejos, e o tinha como o próprio Criador; se apresentou a eles como um homem belo e hábil, em qualquer que fosse a atividade, apesar das tristezas que o exílio trazia.

Vagou até encontrar um sistema, e logo percebeu sua juventude, visitou os poucos planetas mas não encontrou vida, e se entristeceu. Com seu poder balanceador, viu uma lua que girava em torno de um “Gigante de Pedra”, que foi como ficou conhecido esse planeta, e logo pôde sentir toda a energia existente nessa lua. Se viu como o Pai, tomando para si aquele satélite, e em todos os lugares dele viu que não havia evolução alguma e se apiedou. Chamou aquele lugar de Barlad.

Interferiu diretamente, utilizando-se de todo seu poder e conhecimentos, principalmente os adquiridos no exílio, em função daquela lua. Moldou rios, mares, continentes, montanhas, e tudo o que se lembrava de outros mundos. Criou também seres, e os chamou de bestas. Dividiu entre elas o domínio de todo o ar e mar, e também das terras. Mas logo se entristecei e viu que suas bestas não o serviam, e nada faziam em sua função.

Deu-se então a primeira grande separação entre os seres, e usou seu poder para dar a capacidade de uso e transformação de energia, que não tinham. Alguns deles tiveram maior capacidade, sendo conhecidos como bestas racionais ou Akos e com menos capacidade, as bestas irracionais ou Gé.

Dentro de cada grupo de Akos ou Gé, formulou uma série de eventos, proibidos de serem citados, para definir quais raças deveriam dominar as outras, e definiu também qual clã nessa raça deveria ser seu representante direto em Barlad, recebendo as Grandes Virtudes.

Dentre os Akos, a raça dominante deveria ser a dos Cink, que tem como característica a extrema habilidade em se adaptar em qualquer ambiente, seja em terra, ou mar ou ar. O clã Cink que deveria receber os dotes reais era o do jovem Heom, o forte e toda sua descendência.

O grupo dos Gé foi comandado pela raça Krolg, e eles eram como uma sub-evolução dos Cink, pois não tinham a capacidade de adaptação; e o clã vencedor foi o do velho Ghûri-n-ban, o hábil e toda a sua descendência.

Somente após terminada a evolução e organização de todo o mundo, Barladan pôde então descansar e procurar renovar a fonte de energia dentro de si, e no longínquo Reino, os outros guardiães também repousaram.

Em segredo, os filhos de Látobus sabiam de todas as ações de seu irmão, e sabiam de seus feitos em Barlad, a lua. Transferiram então partes de suas virtudes para ele e com isso Barladan passou a ter em si a consciência de todos os guardiães, podendo agir como qualquer um em cada situação.

Com todo esse poder, Barladan preparou uma ilha para os escolhidos habitarem mas apenas alguns deles, incluindo o clã real se estabeleceram lá. A essa ilha deu o nome de Lay-Foccus, ou “Ilha do Fogo”. Por muitos anos, os povos viveram em harmonia e houve crescimento, mas cada vez mais inconformados, e ansiando mais poder do que poderiam ter, os Krolgs deixaram de fazer os ritos obrigatórios para Barladan e aos poucos foram perdendo sua grandiosidade e beleza, e se tornaram inimigos mortais dos Cink.

Látobus, sabendo de tudo o que havia acontecido, e o que poderia acontecer, se sentia vencido e humilhado, mas ao mesmo tempo grande e forte, pois sabia que seus filhos e principalmente um deles, tinham atingido a plenitude e seus desejos iniciais.

Fim.



Talvez O Idiota ou Pateta mas Inocente
Sexta-Feira, 27 Julho 2007, 9:34 am
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Pode parecer estranho, mas é verdade.

Desde muito tempo eu acho que poderia ter sido uma pessoa melhor, ou até mesmo ter algumas atitudes diferentes, sei lá. Fato é que neste momento que gostaria de arrancar tudo o que está guardado lá no fundo e por para fora, para nunca mais me lembrar. Como se isso fosse possível.

Ontem eu ouvi que virginianos são muito sensíveis… Só que não posso concordar simplesmente, prefiro acreditar que não são simples, soa melhor.

Como se eu pudesse liberar todas as emoções do mundo que estão guardadas aqui; algumas vezes é difícil estar ao lado e não conseguir sentir da mesma forma, ou com a mesma intensidade que outros sentem.

Existem algumas coisas inacabadas, e muito mais conversas que nunca serão ditas, e tudo isso é muito mal.

Afinal de contas “queria poder dizer em palavras o que sinto agora”, só que não tenho mais voz…



Harry Potter e as Relíquas da Morte?
Terça-feira, 24 Julho 2007, 3:36 pm
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Harry Potter 7

Eu tenho-ô! Você não tem-nhé!

Coisa mais infantil do mundo, mas a gente pode, de vez em quando.

PS: Entrem em contato, e ficarão tão ou mais felizes que eu…



Crônicas de um Sociopata (II)
Terça-feira, 24 Julho 2007, 2:59 pm
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Continuação do texto das cartas misteriosas que comecei a receber sem motivo aparente. Meus amigos, se soubessem o que sei, nunca mais andariam tranqüilos por aí…

A primeira parte deste relato verdadeiro pode ser encontrada aqui.

“Logo após esse dia, o dia em que realmente nasci para uma nova vida, confesso que pouco ou nada mudou em minha vida. Quer dizer, eu continuo odiando a maior parte das pessoas e suas vidas nojentas, mas não significa que comecei a voar ou algo assim. De fato, acho que passei a ser mais pensativo e calculista, o que até então não tive como ser…

Meu amigo Carlos, eu sei que o nosso futuro está mais amarrado do que nunca, assim como também sei que dará um bom andamento ao que confesso aqui. Não! Sei que neste instante pode estar pensando se algum dia vai me encontrar ou souber quem sou, mas não poderia dormir tranqüilo se tiver este conhecimento. Você dormiria?

Certo dia, há alguns anos, eu estava em um bar lá do centro da cidade pensando justamente no que todas aquelas pessoas lá também estariam pensando. É complicado, parece, mas nem tanto assim.

Porque se eu penso o tempo todo, todas as pessoas também o fazem, então é como se existisse uma nuvem densa de pensamentos em todos os lugares em todos os momentos.

Só sei que mais pro balcão, uma bunda me chamou a atenção (digo, não a minha atenção sexual, mas posso classificar como algo do tipo). Ela estava de luvas, fumava uma cigarrilha em uma ponteira enquanto se deliciava com seu destilado. Algo que não soube de momento o que era.

E ali, em meio a todos os meus pensamentos em relação aos pensamentos das pessoas, só consegui expressar a pior frase do mundo:

– Um centavo pelo que está pensando!

– Então me pague dois, porque estou a sonhar… Foi sua resposta imediata, e me chamou para acompanhá-la na bebida, que pude notar, algum tipo de vodca batizada com aguardente ou coisa assim.

Ela me disse que era casada com um produtor de televisão e por isso o motivo para usar luvas o tempo todo. Trabalhava como dublê de mãos em diversos comerciais e filmes.

Segundo sua história, tudo ia bem até que um dia seu marido se viu possesso de ciúmes pelas suas mãos e passou a proibir que ela trabalhasse, chegando ao ponto dela ficar presa dentro de casa por vários dias.

Enquanto me contava sua vida, duas coisas eu tinha em mente: que eu não tinha vida nenhuma para contar, e que esse cabra já estava na segunda hora extra de sua vida. E esse desejo aumentou ainda mais quando ela me contou que todas as noites quanto chegava em casa, uma bacia com químicos estava preparada para banhar seus dedos.

Como eu nunca pensei nisso antes! Perto desse cara, eu parecia um amador sem qualquer categoria, isso sim.

Só sei que logo me vi em seus braços perdidamente e mais: tão rápido eu arrancava suas roupas, mais ela pedia para eu ser bruto, que sentia prazer na dor sem limites.

E quem disse que eu iria ser carinhoso?

De qualquer forma, foi uma trepada mecânica, pois minha mente só pensava na bacia com químicos, e no que eu poderia fazer com aquilo.

Sem perceber, fomos surpreendidos e sem pensar eu pulei em seu pescoço e, preste bem atenção, a mordidas, fiz um belo estrago.

Oras, não pode existir alguém nesse mundo que fosse melhor do que eu!

Descobri mais tarde, que os vizinhos ouviram o barulho e chamaram a polícia. Claro que nem tive reação, mas só por apenas dois motivos:

1) Aquela filhadaputa desmentiu aos canas o que tinha contado sobre queimar as mãos, só percebi quando ela já estava sem as luvas…

2) Minha mãe estava certa! O sangue arterial ainda quente escorrendo pela minha garganta me deu um prazer que nunca encontrei algo que fosse sequer próximo!

Melhor pra mim, já que passei 4 anos preso com cerca de 5000 trastes e inumanos que, como eu, eram a escória dessa cidade…”



Vale do Anhangabaú, a partir do Vd. Sta. Ifigênia
Sexta-Feira, 20 Julho 2007, 4:01 pm
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Anhangabaú

Pois é… nessa vista podemos ver em primeiro plano, à direita o Correio Central; seguindo pelo vale, lá no fundo o Viaduto do Chá e o edifício onde está atualmente localizada a prefeitura, mais à esquerda.

Curiosidade: Anhangabaú, em idioma tupi, significa 1. Anhangaba: diabrura, malefício, ação do diabo ou feitiço; 2. Anhangabahú: anhangaba-y, rio do malefício da diabrura, do feitiço; 3. Anhangabahy: o mesmo que anhanga-y, rio ou água do mau espírito.

Interessante, se pensarmos que o local onde fica a Rua 25 de Março (bem próximo ai na foto) era antes um afluente do rio Tamanduateí, por onde passavam todo o tipo de traquitanas em direção à Várzea do Carmo (Parque D. Pedro II, seu burro!) e era comum que as mulheres das casas de família, geralmente imigrantes, da parte alta moravam no entorno da região, também conhecida pelos seus constantes alagamentos e doenças, como a varíola (que aqui é popularmente conhecida como BIXIGA, pois ali ficava a quarentena, na chácara de mesmo nome)…

Histórias dessa cidade, isso é vero.



A Águia e a Montanha (Aquila et mons)
Quinta-feira, 19 Julho 2007, 10:26 am
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Aguia e a Montanha

Diz uma lenda africana, que certa vez a montanha de tanto se ver obrigada a fornecer quase tudo o que podia para a grande águia, desejou não mais ser assim, e disse:

– O que você faz é um trabalho sem utilidade, não vê que dia após dia eu ainda permaneço aqui, mesmo que perca seu bico, perca suas garras ao afiá-las sempre?

– Eu o faço porque é minha natureza, assim como os pais dos meus pais, desde o início dos tempos.

E a montanha então lhe respondeu:

– Tu és dentre os tolos, o maior deles! Sou forte, tenho tamanho, e poderão vir centenas de gerações a mim, que ainda assim, permanecerei intocável!

E a águia nada falou.

Eis que todos os dias, ela retornava à montanha, e repetia-se aquela conversa. Até que os dias, semanas, meses, anos, eras foram passando.

Surgiu o homem, e com ele o seu reinado, e estradas foram construídas, guerras foram lutadas, cidades nasceram e morreram; veio a revolução da sua soberania sobre a terra.

A montanha se perdeu no tempo, e hoje do local onde estava nada restou.

Da águia, podemos vê-la cortando os céus quase sempre, fazendo suas paradas aqui e ali, sempre a afiar suas garras e bico…

Quem você é: a águia ou a montanha?



Crônicas de um Sociopata
Terça-feira, 17 Julho 2007, 8:45 am
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Olá amigos, esta semana me aconteceu algo muito diferente, para não dizer estranho. Há dois dias, recebi um pacote via correio, escrito apenas “C. Filho”; sem remetente ou nenhum outro indício que me pudesse desconfiar o que se tratava.

Claro que perguntei em casa e simplesmente sabiam menos que eu. Pelo jeito, alguém passou e jogou o embrulho dentro de um saco plástico portão adentro.

Enfim, vamos ver o que é pensei com racionalidade, mas ao ler as primeiras linhas daqueles papéis velhos soube que tudo aquilo não era meu, e eis que transcrevo parte do que li (com os mesmos erros e vícios originais). Continuo (espero, se estiver vivo, se nada mudar até lá, se este “ele” decidir se apresentar com mais vivacidade, etc.) semana que vem…

“Você deve estar pensando o motivo que eu decidi antes de tudo, escrever sobre a minha vida, e até mesmo o motivo pelo qual te escolhi para que pudesse dar o caminho que achar necessário para este conteúdo.

A verdade é que eu mato pessoas, sou um observador inato e vi em você algo que eu nunca tive e por isso acho que no fundo precisava de um amigo. Um alguém com quem ser eu mesmo.

Sobre ser um assassino, na verdade não foi por escolha minha, já que as primeiras lembranças que tenho da minha infância eram dos <<ovos cozidos>> que minha mãe tinha o costume de fazer. Na verdade, ela é o que chamamos viúva negra, mas ao contrário de simplesmente se livrar do meu pai, o deixou apenas como alívio sexual.

É como se fosse hoje, ela se arrumando e indo à caçada. Horas depois estava nos braços de um desconhecido qualquer, que logo iria ter seus testículos arrancados e preparados, tal qual se faz com ovos de granja ou coisa assim. Nesses momentos eu raramente estava fora do berço, que por um acaso era ao lado da cama…

Mas que ignomínia a minha! Conheço quase tudo sobre você, e sem querer fui desenrolando as palavras sem ao menos dizer meu nome. Sabe que uma pessoa como eu é conhecida por vários nomes, mas dentre todos o que eu mais gosto é Júlio da Rocha.

Acho que tenho cerca de 36 anos (sinceramente não sei quando nasci), aparento boa saúde e bom coramento de pele, apesar de já não a ter mais…

Sem contar apenas com o que eu herdei dos meus pais, ao longo da minha vida consegui (sem falsa modéstia) aperfeiçoar as maneiras de se fazer uma pessoa qualquer morrer. Comecei com animais já que era o que eu tinha mais à mão, mas logo senti a necessidade do desafio. Realmente ter em suas mãos alguém lutando por sua vida é algo indescritível.

Mas minha vida no crime teve seu début no momento em que consegui descobrir o mesmo prazer que minha mãe tinha ao se aproveitar de um homem mais desavisado. Lembro que removi com critérios quase cirúrgicos todos os pêlos do meu corpo, adaptei uma calça de mergulho com apenas um furo na frente… Bons tempos!

Não tenho como transcrever em palavras o momento que foi ter aquela vagabunda se debatendo para se livrar das minhas mãos em seu pescoço, enquanto a mantinha de quatro e socava com fúria seu cú todo rasgado. Só de pensar nesse dia, sinto o cheiro dela e a firmeza do meu pau se faz presente. Que dia!”



É possível não querer este celular?
Segunda-feira, 16 Julho 2007, 10:23 am
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Nunca tinha visto um aparelho eletrônico com o hype do iPhone… Sei que possui um zilhão de problemas que pelo menos eu não tenho interesse em ter um desses. Mas que é um excelente case de marketing isso é. Neste, vemos um bebê de 2 anos usando o bicho, segundo a tese que é o dispositivo mais fácil de usar no mundo!

O nome do bebê é Anna.



Jogos de Atari em Stop Motion
Terça-feira, 10 Julho 2007, 4:18 pm
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Eu adoro Atari, acho que foi o único console que eu aproveitei mesmo, isso bem antes da revolução da
Nintendo como seus 8 bits. Um fenônemo jogar em maravilhosos 2 bits com cartuchos feitos em placas de silício (alguns entusiastas em eletrônica até se aventuravam em fabricar seus jogos favoritos em suas garagens), que esquentavam tanto que deixavam de funcionar – nada que um pouco de eletricidade estática não resolvesse (mesmo que saísse da mistura água + sais minerais da saliva de alguém)!

Tínhamos cerca de 8 anos, ou até menos; era o auge dos anos 80 do século passado (eita!).

Lembro que quando o video game era ligado, que não ocorria sempre, eram horas com intermináveis corridas de Enduro, ou rasantes fenomenais no River Raid, etc…

Fui crescendo, mas nunca perdi o gosto por coisas simples e realmente boas, como os desenhos da época de ouro da animação, lá no fundo do baú do pós Segunda Grande Guerra.

Neste sentido, hoje muito do que é primordial é feito segundo a técnica do Stop-Motion, que mistura uma série de imagens do universo comum das pessoas ao conceito de movimento. Quem nunca assistiu algum curta metragem onde as personagens eram feitas de massa de modelar?

O projeto GAME OVER, do artista suíço, Guillaume REYMOND (da agência de artes NOTsoNOISY), misturou tudo isso em um liquidificador dando uma bela idéia para os mais variados usos, até mesmo nos proporcionar alguns minutos de grande soberba.

Usa em média 50 pessoas (carinhosamente chamadas de pixels), e a montagem leva entre 2 a 5 horas em mais de 450 fotografias, usando os assentos de cinemas, teatros e afins. Por enquanto, somente versões do Pole Position, Space Invaders e do Pong; mas eles prometeram mais jogos logo.

Recomendo!

(visto antes no MeioBit)